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	<title>Mestre ArcelorMittal &#187; Dicas</title>
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		<title>Alvenaria Estrutural: Vencendo a crise com eﬁciência e economia</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2016 11:56:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mestre@pallet-on14]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo Publicado na Revista Construtores em 11 de novembro de 2016. Por Rangel Lage e Sergio Russo A crise econômica, ﬁnanceira e política atual no país atingiu em cheio a construção. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio, houve uma queda de 13% na venda de materiais de construção e muitas construtoras tomaram a difícil decisão de parar a obra pela metade, por falta de recursos financeiros. A Sondagem da Indústria da Construção, divulgada em outubro de 2016 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), aponta que o nível de atividade continua no mesmo ritmo de queda dos últimos meses. Um dos principais problemas relatado pelas empresas no trimestre, ainda continua sendo uma insuﬁciência de demanda interna, desencadeada pela baixa conﬁança do consumidor, alto nível de desemprego, elevada taxas de juros e carga tributária. Nesse cenário de recessão econômica em que vive atualmente o país, torna-se indispensável a busca por um sistema construtivo que ofereça aumento na competitividade, oferecendo qualidade, rapidez na execução, atendimento as normas técnicas vigentes incluindo e sobretudo economia de recursos em todo o processo. Neste sentido, o sistema construtivo em Alvenaria Estrutural é destacado como uma excelente alternativa para as construtoras que querem sobreviver à crise, com produtividade ampliada. Entre várias vantagens do sistema, destaca-se: &#8211; Economia: a alvenaria estrutural pode representar uma redução de até 30% no custo ﬁnal de uma obra em relação ao sistema convencional; &#8211; Racionalização construtiva: unidades com medidas e resistências padronizadas, reduzindo as perdas e tempo e materiais; &#8211; Rapidez de execução: consegue-se uma redução de até 50% no tempo total de execução da obra em relação ao sistema convencional; &#8211; Resistência ao fogo, bom isolamento térmico e acústico: atendimento aos requisitos de desempenho solicitados pela norma NBR 15.575; &#8211; Redução de quebras, desperdícios e entulhos na obra (frutos da racionalização e industrialização). As instalações elétricas por exemplo já são executadas juntamente com o assentamento dos blocos, embutidos nos vazios dos blocos, eliminando-se a possibilidade e necessidade de improvisações; &#8211; Não necessita de formas para vigas e pilares; &#8211; Técnica executiva simpliﬁcada: utiliza blocos modulares e diversos equipamentos adaptados para tornar a execução mais fácil, prática e produtiva; &#8211; Otimização de mão de obra: como não são necessários carpinteiros e armadores para execução das vigas e pilares. As barras de aço são retas e colocadas diretamente pelo próprio pedreiro; &#8211; Redução do volume revestimento, em função da uniformidade e regularidade geométrica dos elementos, e possibilitando, por exemplo, a aplicação de gesso liso diretamente nas paredes internas, com espessura de apenas 0,5cm; E quais cuidados devemos adotar para colher todos os benefícios proporcionados pelo sistema? O sistema construtivo em Alvenaria Estrutural é um processo já consolidado no país, que pode ser adotado em praticamente qualquer tipo de empreendimento, embora tenha grande aplicação no segmento residencial padrão HIS e HMP (habitações de interesse social e de mercado popular). Porém, para ter o sucesso esperado, é muito importante que se tome alguns cuidados, tais como: &#8211; Concepção arquitetônica: a arquitetura deve ser concebida desde o início para alvenaria estrutural, com medidas modulares, distribuição adequada de paredes estruturais para absorver todos os esforços verticais e horizontais, vãos para portas e janelas menores, continuidade das paredes estruturais no caso de ediﬁcações com mais de um pavimento (parede sobre parede); &#8211; Planejamento, controle e execução de obra adequados; &#8211; Previsão de shafts ou paredes de vedação para passagens hidráulicas; &#8211; Compatibilização de todas as disciplinas de projeto (arquitetura, estrutura, instalações, fundações, etc) desde a fase inicial de projetos até o projeto executivo. Estima-se que mais de 80% de todas as unidades habitacionais populares construídas atualmente têm utilizado a técnica da alvenaria estrutural. O sistema tem crescido também em outros segmentos e sem dúvida é uma excelente alternativa para vencer a crise com eﬁciência e economia. &#160;]]></description>
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		<title>Alvenaria Estrutural: Armada ou Não armada? Qual a diferença?</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2016 13:06:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mestre@pallet-on14]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a NBR 15961-1 (Alvenaria Estrutural &#8211; Blocos de Concreto. Parte 1: Projeto): Elemento de Alvenaria Não armado: Elemento de alvenaria no qual não há armadura dimensionada para resistir aos esforços solicitantes (tração) Elemento de Alvenaria Armado: Elementos de alvenaria no qual são utilizados armaduras passivas que são consideradas para resistir aos esforços solicitantes. Ou seja, sempre que em algum grupo de paredes submetida a esforços horizontais (vento e/ou desaprumo) ocorrem tensões de tração superiores ao resistido pela argamassa, há necessidade de adicionar armadura vertical para combater aos esforços de tração, e portanto pode ser considerada como Alvenaria não armada.  Em edificações em alvenaria estrutural, onde o aço vertical tem apenas função &#8220;construtiva&#8221;, ou seja, quando realizado o cálculo, os esforços de tração estão dentro do limite absorvidos pela própria argamassa, pode ser classificada como Alvenaria não armada. Sendo assim, para ser considerada Alvenaria Armada, deverá haver barras de aço (geralmente apenas 1 por furo do bloco) verticais sendo solicitados à tração. A presença de armaduras horizontais (vergas, contra-vergas, cintas da laje e intermediárias) e aço vertical &#8220;construtivo&#8221;, não são fatores que classificam a alvenaria como armada. Quais são estes limites: De acordo com a NBR 15961-1, sempre que os esforços de tração ultrapassem os seguintes limites: Valores característicos da resistência à tração na flexão ftk: A armadura longitudinal de combate à tração nas paredes de contraventamento, se necessária, não deve ser menor que 0,10% da área da seção transversal. Abraço a todos. Eng. Rangel Costa Lage Engenheiro Estrutural &#124; Professor Especialista]]></description>
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		<title>Qual a importância da ARGAMASSA na Alvenaria Estrutural?</title>
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		<pubDate>Wed, 16 Nov 2016 12:38:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mestre@pallet-on14]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Na alvenaria estrutural a argamassa desempenha importantes funções de: &#8211; Permitir apoio uniforme e aderência de um bloco sobre outro; &#8211; Compensar pequenas imperfeições e variações dos blocos; &#8211; Vedar a parede, protegendo-a da água e outros agentes agressivos; &#8211; Absorver deformações naturais a que a parede é submetida (variações térmicas, retração por secagem, pequenos recalques); &#8211; Importante função na resistência ao cisalhamento. Argamassas muito fortes não são recomendadas pois apresentam baixa capacidade de absorver deformações, resultando em tensões elevadas e conseqüentemente aparecimento de fissuras. Em contrapartida, argamassas muito fracas apresentam baixa resistência à compressão e de aderência muito baixas, prejudicando a resistência da parede. Recomenda-se que a resistência à compressão da argamassa deve ser próxima a 70% da resistência do bloco utilizado. Eng. Rangel Costa Lage Engenheiro Estrutural &#124; Professor Especialista]]></description>
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		<title>GRAUTE: Características e funções na Alvenaria Estrutural</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Nov 2016 11:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mestre@pallet-on14]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[É uma mistura de cimento, agregados miúdo e graúdo (pedrisco), água e cal ou outra adição destinada a conferir trabalhabilidade e retenção de água de hidrataçao à mistura, com alto slump (entre 20 e 28). Pode ser considerado um microconcreto. Contém aditivos plastificantes e antirretração. Usado para preencher os vazados verticais ou horizontais da alvenaria; Aumenta a resistência em pontos localizados (verga, contra-vergas); Aumentar a resistência à compressão de uma parede; Permite aderência da armadura; Recomenda-se que a resistência do graute não seja inferior a 15 MPa (para garantir aderência com a armadura); Recomenda-se como estimativa inicial usar fgk = 2 x fbk (resistência características do graute o dobro da resistência característica do bloco). O graute deve trabalhar com resistência próxima à do material constituinte para se aproximar do seu módulo de elasticidade. &#160; Dúvidas, sugestões e contribuições serão muito bem recebidas. Um abraço a todos. Eng. Rangel Costa Lage Engenheiro Estrutural &#124; Professor Especialista]]></description>
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		<title>Posso embutir Instalações Hidráulicas na Alvenaria Estrutural?</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Nov 2016 18:33:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[mestre@pallet-on14]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[De acordo com a NBR 15961-1:2011 (Alvenaria Estrutural &#8211; Blocos de concreto). item 10.2.1: &#8211; &#8220;Não são permitidos condutores de fluídos embutidos em paredes estruturais, exceto quando a instalação e a manutenção não exigirem cortes&#8221;. Ou seja, não recomenda-se embutir tubulações que contenham fluídos (água e gás por exemplo), pois na grande maioria das situações, caso necessário uma manutenção nestas instalações seria necessário realizar cortes para acessar a tubulação, danificando assim a estrutura. O que fazer? Recomenda-se as seguintes soluções possíveis, a ser determinada de acordo com as características do empreendimento: a) Prever shafts (espaços destinados à concentração de prumadas hidro-sanitárias, elétricas e de telefonia. Com adoção deles, consegue se retirar parte significativa, quando não a totalidade das instalações hidro- sanitárias das paredes): b) Prever enchimentos junto à alvenaria estrutural, em elementos sem função estrutural (blocos de vedação ou gesso por exemplo): c) Verificar a possibilidade de paredes internas (entre banheiros por exemplo) ser prevista como &#8220;não-estrutural&#8221; (apenas com função de vedação), permitindo assim embutir as instalações hidráulicas nestas paredes: A proximidade entre a cozinha, o banheiro e a área de serviço do apartamento é importante para racionalizar as instalações, garantindo o menor número possível de prumadas e shafts. Abraço a todos. Eng. Rangel Costa Lage Engenheiro Estrutural &#124; Professor Especialista]]></description>
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